Centro Cultural Solar do Barão

Instalado no casarão onde morou o Barão do Serro Azul, o Centro Cultural Solar do Barão abriga espaços para exposições, o Museu da Fotografia, o Museu da Gravura, o Museu do Cartaz, o Centro de Pesquisa Guido Viaro, Sala Scabi, Sala Gilda Belczak, ateliês de xilogravura, litogravura e serigrafia, além da primeira Gibiteca do Brasil.

O prédio foi concluído em 1883. Após a morte do barão em 1894 (leia o quadro ao lado), o Solar transformou-se em Quartel do Exército. Posteriormente, construiu-se, em anexo, uma residência para a baronesa Maria José Correia e seus filhos.

O complexo do Solar, com cerca de 3.000m² de área, foi restaurado entre 1980 e 1983. Atualmente é vinculado à Fundação Cultural de Curitiba e possui três blocos: O bloco central, onde morou o Barão, a Casa da Baronesa e os anexos construídos pelo exército.

Nas instalações do Solar são realizados cursos de arte e ensaios da Camerata Anticqua, da Orquestra de Harmônicas e do Coral de Curitiba.

Centro Cultural Solar do Barão fica na rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533. Tel: (41) 3322 1525 e 3321 3367, em Curitiba. É mantido pela Fundação Cultural de Curitiba►

Centro Cultural Solar do Barão de Curitiba

Exposições de Arte e Museus de Curitiba, Paraná

Solar do Barão de Curitiba. Exposições de arte.

Centro Cultural Solar do Barão de Curitiba

Exposições de Arte e Atrações Culturais.

Solar do Barão de Curitiba. Exposições de arte, Brasil.

História do Barão do Serro Azul e Revolução Federalista.

Fotos do Centro Cultural Solar do Barão de Curitiba

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Solar do Barão de Curitiba. Exposições de arte, Brasil.

História do Barão do Serro Azul e Revolução Federalista.

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Solar do Barão de Curitiba. Exposições de arte, Brasil.

Fotos de acervo histórico do Parana e Brasil. Cultura

História do Barão do Serro Azul e Revolução Federalista.

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Fotos de acervo histórico do Parana e Brasil. Cultura

História do Barão do Serro Azul e Revolução Federalista.

 

O Barão do Serro Azul

Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, nasceu em Paranaguá, em 1849. Foi um visionário comerciante e exportador de erva-mate, além de presidente da Câmara Municipal de Curitiba, deputado e vice-presidente da Província.

Recebeu o título de Barão do Serro Azul em 1888. Foi um dos fundadores da Impressora Paranaense e muito contribuiu para o desenvolvimento econômico e cultural do Paraná.

Sua participação na Revolução Federalista de 1893 custou-lhe a vida. Em 1894, foi fuzilado no Km 65 da Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba pelos legalistas, junto com outros participantes da revolução. Ainda hoje ainda existe uma cruz que marca o local.

 

O Barão do Serro Azul

Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, nasceu em Paranaguá, em 1849. Foi um visionário comerciante e exportador de erva-mate, além de presidente da Câmara Municipal de Curitiba, deputado e vice-presidente da Província.

Recebeu o título de Barão do Serro Azul em 1888. Foi um dos fundadores da Impressora Paranaense e muito contribuiu para o desenvolvimento econômico e cultural do Paraná.

Sua participação na Revolução Federalista de 1893 custou-lhe a vida. Em 1894, foi fuzilado no Km 65 da Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba pelos legalistas, junto com outros participantes da revolução. Ainda hoje ainda existe uma cruz que marca o local.

 

O Barão do Serro Azul

Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, nasceu em Paranaguá, em 1849. Foi um visionário comerciante e exportador de erva-mate, além de presidente da Câmara Municipal de Curitiba, deputado e vice-presidente da Província.

Recebeu o título de Barão do Serro Azul em 1888. Foi um dos fundadores da Impressora Paranaense e muito contribuiu para o desenvolvimento econômico e cultural do Paraná.

Sua participação na Revolução Federalista de 1893 custou-lhe a vida. Em 1894, foi fuzilado no Km 65 da Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba pelos legalistas, junto com outros participantes da revolução. Ainda hoje ainda existe uma cruz que marca o local.

 

O Barão do Serro Azul

Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, nasceu em Paranaguá, em 1849. Foi um visionário comerciante e exportador de erva-mate, além de presidente da Câmara Municipal de Curitiba, deputado e vice-presidente da Província.

Recebeu o título de Barão do Serro Azul em 1888. Foi um dos fundadores da Impressora Paranaense e muito contribuiu para o desenvolvimento econômico e cultural do Paraná.

Sua participação na Revolução Federalista de 1893 custou-lhe a vida. Em 1894, foi fuzilado no Km 65 da Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba pelos legalistas, junto com outros participantes da revolução. Ainda hoje ainda existe uma cruz que marca o local.

 

O Barão do Serro Azul

Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, nasceu em Paranaguá, em 1849. Foi um visionário comerciante e exportador de erva-mate, além de presidente da Câmara Municipal de Curitiba, deputado e vice-presidente da Província.

Recebeu o título de Barão do Serro Azul em 1888. Foi um dos fundadores da Impressora Paranaense e muito contribuiu para o desenvolvimento econômico e cultural do Paraná.

Sua participação na Revolução Federalista de 1893 custou-lhe a vida. Em 1894, foi fuzilado no Km 65 da Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba pelos legalistas, junto com outros participantes da revolução. Ainda hoje ainda existe uma cruz que marca o local.

 

Fachada do Pátio do Solar do Barão.

 

Fachada do Centro Cultural Solar do Barão, em Curitiba.

 

Fachada do Centro Cultural Solar do Barão, em Curitiba.

 

 

 

 

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Centro Cultural Solar do Barão, em Curitiba

                                                                                                                                                                                      

Solar do Barão, em Curitiba Paraná

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